Parece que foi ontem que mergulhamos nos oceanos de Pandora, mas já estamos prestes a prender a respiração novamente. No dia 18 de dezembro, estreia nos cinemas “Avatar: Fogo e Cinzas” (Fire and Ash), o terceiro capítulo da saga épica de James Cameron.
Se “O Caminho da Água” nos apresentou a beleza e a fluidez das tribos do mar, o novo filme promete trazer o elemento oposto: o calor, a destruição e a raiva. Pela primeira vez, a ameaça não virá apenas do céu (os humanos), mas da própria Pandora.
Para você não chegar perdido no cinema, preparamos um guia rápido com tudo o que você precisa relembrar e o que já sabemos sobre a nova trama.
Assista ao Trailer de Avatar 3 – Fogo e Cinzas.
Onde Paramos? (Recapitulando)
- A Família Sully: Jake e Neytiri, agora refugiados com o Povo do Mar (Metkayina), sobreviveram à batalha final, mas perderam o filho mais velho, Neteyam.
- O Vilão: O Coronel Quaritch (em seu corpo de Avatar) foi derrotado, mas sobreviveu, salvo pelo próprio filho, Spider. Ele agora tem uma rixa pessoal ainda mais mortal com Jake.
- Kiri: A filha adotiva (nascida do avatar da Dra. Grace) descobriu uma conexão sobrenatural com Eywa, a divindade de Pandora. Seus poderes serão cruciais no novo filme.
A Grande Novidade: O “Povo das Cinzas”
A maior reviravolta de “Fogo e Cinzas” é a introdução de uma nova tribo Na’vi: o Povo das Cinzas (Ash People).
James Cameron já revelou que, até agora, vimos os Na’vi apenas como os “mocinhos” e os humanos como os vilões. Neste filme, essa lógica será invertida. O Povo das Cinzas é uma tribo vulcânica, agressiva e militarizada.
- A Líder: Conheceremos Varang, a líder dessa tribo, interpretada por Oona Chaplin (a neta de Charlie Chaplin, que viveu a Talisa em Game of Thrones). Ela promete ser uma antagonista complexa e impiedosa.
Por Que “Fogo e Cinzas”?
O título não é apenas sobre o elemento fogo. Ele simboliza a destruição, o luto (pela morte de Neteyam) e o renascimento. Espere um filme mais sombrio, com batalhas viscerais e um aprofundamento na política interna das tribos de Pandora. A guerra não é mais apenas pela sobrevivência contra os humanos, mas pela alma do planeta.









